Todo mundo está falando disso. Mas sua empresa deveria entrar? Entenda como funciona o hype

Do morango do amor à inteligência artificial, especialista explica por que algumas tendências desaparecem tão rápido quanto surgem — e como aproveitar essas ondas sem transformar modismos em estratégia De repente, todo mundo quer experimentar o mesmo produto, conhecer o mesmo destino ou usar a mesma tecnologia. O movimento tem nome: hype. Entender como ele funciona pode ajudar empresários a aproveitar oportunidades — e evitar decisões caras motivadas apenas pelo medo de ficar para trás. “Hype é quando uma novidade é adotada em massa em um intervalo muito curto. A prova social multiplica esse movimento: vemos muita gente indo em uma direção e tendemos a acompanhá-la”, explica Matheus Mundim, economista, mestre em Administração com foco em Marketing e Vendas e fundador da V4 Mundim & Co., uma das maiores operações da V4 Company no país. O morango do amor mostra a velocidade do fenômeno. Em junho de 2025, o iFood registrou cerca de 11 mil pedidos do doce. Em julho, foram 699 mil. No mesmo período, o número de estabelecimentos oferecendo o produto saltou de aproximadamente 830 para mais de 10,3 mil. Em agosto, porém, os pedidos já recuavam 14,56%. No consumidor, esse comportamento é associado ao FOMO (fear of missing out), o medo de ficar de fora. Nas empresas, segundo Mundim, aparece como receio de perder uma oportunidade ou ficar atrás da concorrência. “O hype é sempre uma promessa de atalho. E, a princípio, uma promessa que ninguém validou.” Quando a onda vira problema Isso não significa que empresas devam ignorar tendências. O risco está em confundir aquilo que está em evidência com um negócio sustentável. As paletas mexicanas são outro exemplo. A Los Paleteros chegou a 102 unidades e faturou R$ 72 milhões no verão de 2014, atraindo uma enxurrada de concorrentes. Em meados de 2016, estimativa da consultoria Rizzo Franchise apontava que seis em cada dez lojas de paletas analisadas já haviam fechado. “Por trás de qualquer hype há coisas que não aparecem na vitrine: margem, capital, timing de entrada e contexto. Às vezes, o empresário acredita que encontrou uma oportunidade quando está entrando justamente no pico da curva”, alerta Mundim. Para ele, a diferença está entre usar o hype como combustível de um negócio sólido ou transformá-lo na fundação do negócio. No primeiro caso, a empresa aproveita a onda. No segundo, pode desaparecer junto com ela. Como separar tendência de modismo? Como prever o futuro é difícil, Mundim recomenda três perguntas antes de investir em uma novidade: Existe utilidade real? Ela continuará fazendo sentido depois da euforia? Melhora significativamente a experiência? É capaz de mudar hábitos? Está ligada a uma transformação maior? Esse, para ele, é um dos sinais mais importantes de uma tendência consistente. É o caso dos alimentos proteicos, que ganharam enorme visibilidade, mas estão inseridos em um movimento muito maior de wellness e alimentação saudável. “Quando a novidade é manifestação de uma mudança maior de comportamento, tende a durar porque existe uma estrutura embaixo. Quando ela é apenas a novidade em si, ela é a onda inteira. E onda quebra.” Testar antes de apostar Entre ignorar uma novidade e apostar tudo nela existe outro caminho: experimentar, medir e aprender rápido. É essa a lógica adotada pela Viajar Barato, empresa do setor de turismo atendida pela V4. A companhia acompanha campanhas, acessos e respostas dos consumidores e testa novas possibilidades quando determinado conteúdo ou abordagem demonstra maior interesse. “A V4 tem um papel importante justamente na experimentação. A equipe propõe novos formatos e conteúdos alinhados às tendências e acompanha quais conseguem gerar melhores resultados de acesso e interesse”, conta Vyvian Teixeira, diretora de Experiência do Cliente, Marketing e Operações da Viajar Barato. Depois de liderar mais de 500 projetos empresariais, Mundim afirma que a mesma lógica vale para marketing, vendas e novas tecnologias, incluindo a inteligência artificial. “O desafio não é estar em todas as ondas, mas saber quais podem gerar valor. Marketing, vendas, tecnologia e IA são ferramentas de crescimento quando existe estratégia por trás. Sem isso, até a inovação mais promissora pode virar apenas mais um hype”, conclui.

Estudante de Uberlândia representará o Brasil em Londres como finalista de uma das competições de redação e pensamento crítico mais prestigiadas do mundo

Aluno do Gabarito Educação é finalista do Global Essay Prize, promovido pelo John Locke Institute, que reuniu mais de 100 mil estudantes de 183 países Uberlândia acaba de conquistar um lugar de destaque no cenário acadêmico internacional. Pedro Henrique Vaz Negrini, aluno do 9º ano do Gabarito Educação, foi selecionado como finalista do Global Essay Prize 2026, competição promovida pelo John Locke Institute, instituição britânica reconhecida mundialmente pela formação de jovens talentos nas áreas de filosofia, política, economia e pensamento crítico. A conquista garantiu ao estudante uma vaga na cerimônia oficial da competição, que acontecerá em outubro, em Londres, quando representará o Brasil ao lado de jovens de diversos países. O Global Essay Prize reúne, todos os anos, mais de 100 mil estudantes de 183 países e desafia participantes a produzirem ensaios acadêmicos em inglês sobre questões contemporâneas de elevada complexidade intelectual. Ao longo da história da competição, poucos brasileiros, de 15 a 20 apenas, alcançaram a condição de finalistas. Trabalho escrito em inglês estabelece inúmeras conexões A redação desenvolvida por Pedro Henrique discutiu a pergunta “A ajuda externa beneficia ou prejudica os pobres?”, estabelecendo conexões entre ESG, Amazônia, desenvolvimento econômico, filosofia, literatura brasileira e música nacional. O trabalho foi escrito integralmente em inglês e passou por um rigoroso processo de avaliação, incluindo provas de proficiência e entrevistas. Segundo Alisson Júnio Parreira Peixoto, professor assessor do Núcleo Pedagógico e responsável pela cultura olímpica do Gabarito Educação, o resultado demonstra a importância de incentivar desafios acadêmicos desde cedo. “Mais do que preparar estudantes para provas, buscamos formar jovens capazes de pensar criticamente, pesquisar, argumentar e enfrentar desafios internacionais. A conquista do Pedro mostra que estudantes brasileiros podem competir entre os melhores do mundo quando recebem apoio e oportunidade”, ressalta o professor. Vitória também é da família Para Érico Negrini, pai do estudante, o incentivo da escola foi decisivo. “A trajetória do Pedro sempre foi marcada pela curiosidade intelectual e pela busca por desafios. Quando ele descobriu o Global Essay Prize, o Colégio Gabarito acreditou nele desde o primeiro momento. A orientadora educacional Yane Yasmin Carvalho Gomes e o professor Alisson abraçaram o projeto imediatamente e ofereceram todo o suporte necessário”, relata Érico. Segundo ele, o resultado representa muito mais que uma classificação. “Essa conquista mostra que estudantes brasileiros podem competir em igualdade com jovens das melhores escolas do mundo quando recebem incentivo, oportunidade e acreditam no próprio potencial”, complementa. Do sonho à cerimônia em Londres Pedro Henrique ainda vive a emoção da notícia. “Até agora ainda parece um sonho. Estou muito agradecido ao Colégio Gabarito, aos meus professores e à minha família por todo o apoio”, afirma o finalista. Agora, toda a expectativa está voltada para a cerimônia internacional. “Quero levar comigo a bandeira do Brasil e a bandeira do Colégio Gabarito para mostrar a todos de onde eu vim. Será uma forma de representar, com muito orgulho, o meu país, a minha cidade, a minha escola e todas as pessoas que acreditaram em mim desde o início”, comemora Pedro. A participação em Londres marcará um momento histórico para a trajetória do estudante e reforça o potencial da educação brasileira, quando talentos recebem estímulo para desenvolver pensamento crítico, domínio de idiomas e capacidade de pesquisa. Mais do que uma conquista individual, o resultado coloca Uberlândia e o Gabarito Educação em evidência em uma das mais respeitadas competições acadêmicas internacionais voltadas a jovens estudantes.

Dez anos de Educação Maker no Brasil: Casa Thomas Jefferson celebra pioneirismo e impacto na aprendizagem

Casa Thomas Jefferson

Movimento iniciado em 2014 em parceria com o Departamento de Estado dos EUA e a Rede Smithsonian consolidou o primeiro makerspace educacional bilíngue do Brasil. Em 2014, antes mesmo da existência de ferramentas, máquinas, impressoras 3D ou espaços físicos dedicados à prática, a Casa Thomas Jefferson começou a formular uma pergunta que mudaria os rumos de sua abordagem pedagógica: como seria um ambiente educacional onde a prática e o aprendizado andassem lado a lado? Anos depois, a resposta se consolidou em um dos movimentos maker mais influentes da educação brasileira. Iniciado com intercâmbios pedagógicos em San Francisco e Washington, em parceria com o Departamento de Estado dos EUA e a rede Smithsonian, o projeto ganhou corpo em 2016 com a abertura oficial do seu primeiro makerspace, o Thomas Maker. A partir daí, o que era um espaço físico transformou-se em uma cultura que se espalhou por salas de aula, multiplicou pedagogias e transformou a forma de aprender ensinar na Thomas. “Tudo começou com um convite do Departamento de Estado dos EUA para implementarmos a cultura maker no Brasil. Naquela época, pouco se falava sobre este modelo, então por dois anos fomos buscando, aprendendo e colocando em prática aos poucos até se consolidar no que seria o primeiro espaço do fazer educacional bilíngue da América Latina”, relembrou a coordenadora do Thomas Maker, Soraya Lacerda. Mais do que uma metodologia, o movimento maker propõe novas formas de pensar. Estimula a criatividade, a invenção e o desenvolvimento de múltiplas habilidades cognitivas e socioemocionais. Na mentalidade maker, errar ao experimentar faz parte do processo. É uma oportunidade de aprender, criar e tentar novamente. Colocar a mão na massa transforma a aprendizagem em algo mais dinâmico, diverso e significativo. Segundo a coordenadora do Thomas Maker, o início do projeto na Thomas Jefferson foi, na prática, o conhecimento desta abordagem.  “Nós vivemos de fato a pedagogia do aprender fazendo, porque iniciamos algo que era novo para nós e no Brasil. Tivemos que aprender, acertar, errar, tentar de novo e buscar o caminho do que seria o makerspace. Nossa história é muito isso, aprendemos na prática e adaptando para as diferentes necessidades que iam surgindo. Isso é a abordagem maker na sua essência. Os estudantes são estimulados a experimentar, resolver problemas e aplicar seus conhecimentos em diferentes contextos, sem um modelo pronto a ser seguido”. Ao longo dessa década, outro destaque do Thomas Maker foi a Certificação de Educador Maker. A instituição compreendeu que a transformação da educação começa por quem está na sala de aula. O programa de formação ficou entre os projetos vencedores do Desafio de Aprendizagem Criativa Brasil (DAC), em 2019, e que teve apoio da Fundação Lemann e do MIT Media Lab. Os vencedores ganharam um fellowship dos apoiadores para continuarem implementado o trabalho. Atualmente, o Thomas Maker fica na unidade da Casa Thomas Jefferson Asa Norte, em Brasília (DF), mas o maker movement levou a metodologia para outras unidades com os Maker Corners nos Resource Centers – espaços equipados dentro de cada unidade com ferramentas, materiais e professores formados para usar tudo isso nas aulas. O resultado é uma pedagogia maker presente em diferentes contextos, níveis e disciplinas, muito além das paredes da Asa Norte. “A criação dos Maker Corners nos Resource Centers foi o que transformou o Thomas Maker de um espaço em um movimento de fato. Em vez de concentrar tudo em um único endereço, a Thomas levou o aprender fazendo para dentro do cotidiano de cada unidade, formando professores e equipando espaços para que o ‘fazer’ fosse parte da experiência regular do aluno, promovendo habilidades essenciais para que nossos jovens tenham disposição de construir soluções reais, com os recursos disponíveis“, finalizou Soraya Lacerda.

Tudo sobre o Festival Timbre 2026: o guia completo da edição que vai transformar Uberlândia na cidade da música

Festival Timbre

Programação completa, horários, estrutura, line-up, acessibilidade, Palco Sesc Hip-Hop, Canto Conforto, praça de alimentação, feira criativa, turismo, sustentabilidade e todas as informações para viver a experiência do Festival Timbre no próximo sábado e domingo,  8 e 9 de agosto, em Uberlândia Falta muito pouco para Uberlândia viver mais uma edição do Festival Timbre. Nos dias 8 e 9 de agosto, o Teatro Municipal deixa de ser apenas uma casa de espetáculos para se transformar em uma verdadeira cidade da música. Muito além dos shows, o público encontrará uma estrutura completa, pensada para proporcionar conforto, segurança, acessibilidade, experiências culturais e momentos inesquecíveis durante os dois dias de festival. Reconhecido nacionalmente pela curadoria artística, o Festival Timbre chega à edição de 2026 reunindo alguns dos maiores nomes da música brasileira e reafirmando sua vocação de criar encontros entre diferentes gerações, estilos musicais e públicos. Mais do que assistir a apresentações, quem participa do Timbre vive uma experiência completa, onde música, arte, cultura urbana, gastronomia, sustentabilidade, inclusão e convivência ocupam o mesmo espaço. Neste ano, o festival reúne mais de 30 apresentações distribuídas em dois palcos, com atrações nacionais, artistas mineiros, novos talentos da música brasileira e uma intensa programação dedicada à cultura hip-hop, consolidando novamente o Teatro Municipal como um dos maiores polos culturais do interior do país. Um line-up que reúne diferentes gerações da música brasileira A programação principal começa às 14h30 em ambos os dias e segue até aproximadamente 23h30, com encerramento do evento previsto para 0h. No sábado (8), sobem ao palco principal Alceu Valença, celebrando seus 80 anos de vida; Gloria Groove, em turnê comemorativa de uma década de carreira; BK’, Fresno, AJULLIACOSTA, Black Pantera, além de Projeto Nêga Doce e DJ Dani Salci. No domingo (9), a programação reúne no palco principal Marcelo Falcão, Pato Fu, Lagum, NandaTsunami, Funkse, Duda in the Sky, Michz & Oric e Tropikaya, encerrando dois dias marcados pela diversidade de estilos, encontros inéditos e grandes performances. Ao longo do festival, o público também encontrará dezenas de artistas distribuídos pelos demais espaços da programação, fortalecendo o compromisso do Timbre com a valorização da cena independente, da música mineira, da cultura urbana e dos novos talentos brasileiros. Dois palcos e uma programação que vai muito além dos shows O Festival Timbre oferece uma experiência que acontece simultaneamente em diferentes espaços, transformando o Teatro Municipal de Uberlândia em um verdadeiro encontro de música, arte e cultura. Além do palco principal, o público poderá circular por ambientes que reúnem performances, arte urbana, ativações, experiências interativas e intervenções culturais, fazendo com que cada momento do festival seja uma oportunidade para descobrir novos artistas e diferentes formas de expressão. Um dos grandes destaques desta edição é o retorno do Palco Sesc Hip-Hop, realizado por meio da parceria cultural com o Sesc em Minas, integrante do Sistema Fecomércio MG. O espaço reafirma o compromisso do Festival Timbre com a valorização da cultura urbana ao reunir shows, DJs, breaking, batalhas de dança, graffiti ao vivo, slam, performances e ações culturais que celebram os elementos do hip-hop. A programação reúne artistas como Tamara Franklin, Projeto Nêga Doce, Maria Preta, Carlly, Bnery, Iorrana Jullyce, R Jay, Sxgilo, Virax, Manda Bala Véi, Mandy, Ray, Banka 034, Caxito, Zubu Cria, M4Liik, Brad, Tempestade, Havenna, Verde, Oxá, Prehto, Key Z, Adedi, Mik4el M4, OG Negrona, MC Marah, Real Fifty, Mago SR, Organismo Rap e Iusley da Mata, além dos DJs Kaká, Local, Xuxu Rocha, Saymon Black, Nicomedes, Kong, Maia Caos, Raíssa Castro, Wesley e Dani Salci e de apresentações de dança com Evolution King’z, Zevit, Ball Show by House of Avalanx, BGirl Nirvana, Studio RJ, DCJ, STVO, Fancy Black, New Hédem, Anonimato e MC Jemerson Bob, consolidando o Timbre como uma das principais vitrines da cultura urbana e da nova música brasileira. Praça de alimentação, feira criativa, ativações e experiências Além da programação musical, o Festival Timbre oferece uma ampla área de convivência. O público encontrará praça de alimentação, feira criativa, espaços de descanso, ativações interativas, cenografia exclusiva, ambientes instagramáveis e diferentes experiências espalhadas por todo o complexo do evento. Cada espaço foi pensado para estimular o encontro entre pessoas, incentivar a economia criativa e transformar o festival em um ambiente onde música, arte, gastronomia e cultura caminham juntas. Canto Conforto amplia as formas de viver o Festival Timbre Uma das grandes novidades desta edição é o Canto Conforto, espaço criado para quem deseja acompanhar os shows com mais comodidade durante os dois dias de programação. O ambiente contará com sofás, bistrôs, bares com atendimento, banheiro em contêiner e vista privilegiada para o palco, oferecendo uma alternativa para quem prefere aproveitar o festival de forma mais confortável, sem abrir mão da proximidade com os artistas e da energia dos shows. O acesso funciona como um upgrade. Para utilizar o espaço é necessário possuir o ingresso do Festival Timbre e adquirir também o ingresso específico do Canto Conforto, válido para cada dia de programação. Um festival pensado para todas as pessoas A acessibilidade segue sendo uma das principais marcas do Festival Timbre. Em 2026, o evento contará novamente com intérpretes de Libras em todos os shows, espaço reservado em frente ao palco para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, banheiros adaptados, equipe especializada de acolhimento, apoio à locomoção, protetores auriculares para pessoas com sensibilidade auditiva, além de áreas de descanso e estrutura planejada para garantir que todas as pessoas possam viver o festival de forma plena, segura e confortável. Mais do que cumprir exigências legais, o Timbre reafirma seu compromisso de construir um ambiente onde diversidade, inclusão e respeito fazem parte da experiência do público. Sustentabilidade e impacto social O Festival Timbre também reforça sua atuação como agente de transformação social e ambiental. A edição de 2026 mantém iniciativas voltadas à sustentabilidade, incentivo à reciclagem, redução de impactos ambientais e valorização da economia criativa regional. Outro destaque é a continuidade da parceria com o Programa Sesc Mesa Brasil, responsável por receber os alimentos arrecadados por meio da modalidade de ingresso solidário. As doações são destinadas

Casa Thomas Jefferson leva diversão e aprendizado do inglês para crianças em Uberlândia

Entre os dias 31 de julho e 2 de agosto, a unidade da Casa Thomas Jefferson em Uberlândia, em parceria com o Praia Clube, levou uma tarde de atividades, brincadeiras e aprendizado da língua inglesa para as crianças. Quem esteve presente às atividades, além de brincar, participar das oficinas e tirar fotos com os personagens mais conhecidos da criançada, também teve a oportunidade de conhecer um pouco mais do idioma de forma leve e interativa com um Coloring Book oferecido pela equipe da Thomas. “A iniciativa reforça o compromisso da Casa Thomas Jefferson em levar o aprendizado para além da sala de aula, mostrando que aprender inglês pode — e deve — ser uma experiência natural e prazerosa”, destacou a gerente da unidade em Uberlândia, Vanessa Firmino.

Como criar rotina de estudos de inglês sem autossabotagem na era das distrações

Micro-hábitos inseridos na própria rotina são mais eficientes do que metas gigantescas para o aprendizado a longo prazo. Em um mundo hiperconectado, onde as notificações do celular disputam a nossa atenção a cada segundo, o maior desafio de quem decide aprender algo novo não é a falta de tempo, mas a autossabotagem. Com a rotina cada vez mais fragmentada por vídeos curtos e excesso de informação, criar o hábito de estudar tornou-se uma batalha psicológica contra a procrastinação. Para ajudar a romper esse ciclo, a diretora da unidade da Casa Thomas Jefferson em Uberlândia, Vanessa Firmino, apresenta estratégias práticas voltadas para quem deseja construir uma rotina de estudos sustentável, focada na realidade atual e no respeito ao próprio ritmo. O erro mais comum ao iniciar um plano de estudos, segundo a diretora, é desenhar uma rotina idealizada, baseada em padrões irreais de alta performance vistos nas redes sociais. “Planejar duas horas de estudo diárias em uma semana cheia de compromissos profissionais e pessoais é o primeiro passo para a frustração. Quando a meta não é cumprida, surge o efeito dominó da autossabotagem e o sentimento de fracasso faz o estudante abandonar o projeto por completo”. Confira abaixo algumas dicas para que o estudo da língua inglesa seja prazeroso e fluido: Abandone as metas gigantes, foque nos micro-hábitos: Para o cérebro, começar é a parte mais difícil. Em vez de mirar em blocos exaustivos de estudo, o ideal é estipular de 15 a 20 minutos diários de foco total. No aprendizado de um idioma, por exemplo, a constância diária gera uma retenção de conteúdo muito maior do que três horas concentradas apenas no sábado. Reduza o atrito com o ambiente: A força de vontade é um recurso limitado. Se o celular estiver ao lado do caderno, a distração vencerá. Organizar o ambiente a favor do estudo significa deixar os materiais visíveis e acessíveis e afastar os distratores antes de começar. Ancoragem de hábitos: Criar um hábito do zero exige muita energia. O segredo é pegar carona em algo que já faz parte do dia a dia. Vincular o estudo a uma ação fixa — como “estudar 15 minutos logo após tomar o café da manhã” ou “abrir o livro antes de ligar a TV à noite” — automatiza a decisão e evita a fadiga mental. “Além dessas técnicas individuais, contar com um ecossistema de aprendizagem flexível faz a diferença. Na Casa Thomas Jefferson oferecemos ambientes que promovem a imersão natural e suporte pedagógico contínuo, que ajudam a transformar a organização dos estudos em uma experiência prazerosa e integrada ao estilo de vida moderno”, finalizou a diretora da unidade em Uberlândia, Vanessa Firmino.

O que separa empresas que crescem em junho daquelas que desperdiçam oportunidades

 Com Dia dos Namorados, festas juninas, Copa do Mundo, férias escolares e fechamento do semestre, junho se consolida como um dos períodos mais estratégicos para os negócios. Especialista aponta os movimentos que diferenciam empresas preparadas das que apenas reagem ao mercado. Com potencial para movimentar mais de R$ 22 bilhões no varejo brasileiro, junho reúne uma combinação rara de estímulos ao consumo. Além do Dia dos Namorados, das festas juninas e das férias escolares, a Copa do Mundo e o encerramento do primeiro semestre ampliam a movimentação em diversos setores da economia. Mas, para especialistas em crescimento empresarial, o aumento da demanda não garante, por si só, melhores resultados. Para Matheus Mundim, economista, mestre em Administração com foco em Marketing e Vendas e fundador da V4 Mundim & Co, o período funciona como um teste de maturidade para as empresas. “Mercado aquecido ajuda, mas não substitui gestão. O que vemos é que algumas empresas aproveitam esses momentos para acelerar o crescimento, enquanto outras passam o mês inteiro apagando incêndios. A diferença está na preparação”, afirma o executivo, que liderou mais de 500 projetos nos últimos seis anos. O que as empresas que crescem fazem diferente Para Mundim, cuja empresa cresceu 40% nos últimos 12 meses, o diferencial está em três movimentos adotados de forma recorrente pelas empresas que convertem oportunidades sazonais em crescimento consistente. Planejam antes do pico de demanda “As melhores campanhas não começam quando o cliente já está comprando. Elas são construídas semanas antes. Quem deixa para reagir perde eficiência e acaba desperdiçando oportunidades”, diz. Tratam velocidade como prioridade Na avaliação do especialista, o consumidor está mais impaciente e menos disposto a esperar. “Hoje, responder rápido é tão importante quanto fazer marketing. Em muitos segmentos, vence quem atende primeiro.” Pensam no segundo semestre desde já Para ele, junho não representa apenas o fechamento da primeira metade do ano. “Quem espera julho chegar para planejar já começa atrasado. O segundo semestre começa a ser construído agora.” Atendimento é o gargalo de muitas empresas À frente de mais de 100 projetos ativos, muitos deles voltados à estruturação de operações comerciais e atendimento, Mundim afirma que a principal limitação ao crescimento das empresas nem sempre é a falta de demanda. “Na prática, vemos negócios investindo em marketing e gerando procura, mas sem capacidade para responder na mesma velocidade. Muitas vezes, o gargalo está justamente no comercial. Por isso, cresce a busca por estruturas especializadas que permitam às empresas vender mais sem precisar aumentar a complexidade da operação”, afirma. Segundo ele, os desafios se repetem em segmentos distintos, do varejo aos serviços, e têm levado empresários a olhar para vendas de forma mais estratégica. A próxima vantagem competitiva Para o especialista, a transformação do atendimento comercial será cada vez mais impulsionada pela inteligência artificial. Mas, ao contrário do que muitos imaginam, a tecnologia sozinha não resolve o problema. “A IA permite ganhar escala e velocidade, mas só gera resultado quando está integrada a processos bem definidos. Quem fizer isso corretamente terá uma vantagem competitiva importante nos próximos anos”, afirma.

Escola de Uberlândia aposta em projetos investigativos para tornar a aprendizagem mais concreta no Ensino Fundamental

Na Vila Camaleão, crianças estudam ciência, história, matemática, linguagem e arte a partir de perguntas reais, experiências práticas e pesquisas construídas coletivamente Em uma sala de aula, crianças investigam como a eletricidade circula em um circuito para acender a Fênix, símbolo da turma. Em outro momento, estudam a roda e descobrem como uma invenção aparentemente simples abriu caminho para meios de transporte, engrenagens, moinhos, elevadores e diferentes sistemas de movimento. Também pesquisam a origem do papel, reaproveitam folhas de rascunho e produzem, com as próprias mãos, uma nova folha reciclada. As experiências fazem parte do projeto anual “Guardiões do Tempo”, desenvolvido , em 2025, pela Turma Fênix, do 5º ano do Ensino Fundamental da Escola Vila Camaleão, em Uberlândia. A proposta nasceu das perguntas das próprias crianças, que, em uma roda de conversa no início do ano letivo, demonstraram curiosidade sobre como a humanidade construiu conhecimentos, tecnologias, culturas e formas de viver ao longo da história. A partir daí, os alunos assumiram o papel de pesquisadores. Formularam hipóteses, buscaram informações em diferentes fontes, realizaram experimentações, produziram registros e compartilharam descobertas com a comunidade escolar. No percurso, trabalharam conteúdos de Ciências, Matemática, História, Geografia, Língua Portuguesa e Arte, em uma dinâmica que conecta currículo, experiência e autoria infantil. De acordo com a diretora pedagógica da escola, a pedagoga Patrícia de Paulo, o objetivo é mostrar que a aprendizagem não precisa estar limitada à repetição de conteúdos ou ao formato tradicional de sala de aula. “A criança aprende quando ela se sente parte do processo. Quando pergunta, testa, erra, conversa, registra e constrói sentido para aquilo que está estudando, o conhecimento deixa de ser abstrato e passa a fazer parte da vida dela”, afirma. Fundada em 2020, com 27 alunos, a Vila Camaleão tem hoje 180 estudantes. A escola trabalha com uma proposta baseada na pedagogia sistêmica, na aprendizagem por projetos e no olhar integral para a criança. Na prática, isso significa considerar não apenas o desempenho acadêmico, mas também os vínculos, a história, a família, o tempo individual, as emoções e a forma como cada aluno se relaciona com o mundo. “Pedagogia sistêmica é olhar para a criança de forma integral, honrando e reconhecendo que ela chega à escola com sua história, seus vínculos, sua família e seu jeito único de sentir, aprender e se relacionar com o mundo”, explica Patrícia. Na rotina escolar, essa abordagem aparece em situações simples e cotidianas. Quando uma criança chega mais sensível, agitada ou retraída, por exemplo, a escola busca compreender o que pode estar por trás daquele comportamento. Mudanças na rotina, nascimento de um irmão, saudade da família, inseguranças ou fases do desenvolvimento são consideradas antes de qualquer resposta imediata. “A criança não chega sozinha à escola. Ela chega com sua história, seus afetos e suas relações. Por isso, acolher não é deixar tudo acontecer. É escutar, compreender e construir caminhos junto com a criança e, quando necessário, com a família”, complementa a diretora pedagógica. Aprender pela experiência No projeto “Guardiões do Tempo”, a investigação sobre a roda levou os alunos a construírem objetos e maquetes para compreender como o movimento circular impulsionou novas formas de resolver problemas. Durante a experiência com eletricidade, o conceito de circuito elétrico se tornou visível quando as crianças conseguiram acender a Fênix. Já no estudo sobre o papel, os estudantes relacionaram escrita, comunicação, memória e consciência ambiental ao produzir papel reciclado. O material pedagógico da escola registra falas das próprias crianças durante as experiências. Ao observar a produção de papéis reciclados, uma aluna percebeu que “os primeiros papéis ficaram grossos porque estavam menos diluídos”. Outra criança associou estruturas construídas no estudo da roda a engrenagens, motor de carro e máquina. Na investigação sobre eletricidade, os alunos discutiram a presença de fios, bateria e cobre como transmissor de energia. Para Patrícia, esse tipo de registro mostra que a criança não apenas executa uma atividade, mas constrói pensamento. “Quando a criança explica o que observou, compara resultados e levanta hipóteses, ela está desenvolvendo raciocínio, linguagem, argumentação e capacidade de investigação. Isso é aprendizagem profunda”, diz. A proposta também aparece em outras turmas do Ensino Fundamental. No 1º ano, crianças investigaram esportes a partir do corpo humano, movimento, cooperação e respeito. Em outro projeto, a construção de castelos com garrafas PET levou ao estudo de unidades, dezenas e centenas de forma concreta. Já no 4º ano, o estudo de biografias de astronautas conectou Língua Portuguesa, História, leitura, escrita, pesquisa e autoria. Crescimento a partir da confiança das famílias A diretora administrativa da Vila Camaleão, Ariane Lopes, afirma que o crescimento da escola está diretamente ligado à confiança das famílias na proposta pedagógica. Segundo ela, a Vila nasceu pequena, atravessou o período da pandemia e foi se consolidando, principalmente, pela indicação de pais que já vivenciavam a rotina da escola. “Nosso crescimento veio muito pela confiança das famílias. A Vila nasceu pequena, atravessou momentos desafiadores e foi se consolidando porque as pessoas perceberam que existe aprendizagem, existe intencionalidade pedagógica e existe um cuidado real com a infância”, afirma Ariane. Essa demanda das famílias também deu origem à Vila Baby, berçário criado em 2026 e que já conta com 50 bebês. A proposta nasceu do desejo de pais que já tinham filhos na Vila Camaleão e buscavam, para os bebês, uma continuidade do mesmo olhar: acolhimento, vínculo, respeito ao tempo da criança e parceria próxima com a família. Para Ariane, esse movimento mostra que a escola deixou de ser apenas uma escolha para uma etapa da infância e passou a representar, para muitas famílias, uma forma de educar. “A Vila Baby nasce dessa relação de confiança. As famílias queriam que os filhos menores também fossem acolhidos dentro da mesma essência, com cuidado, escuta e respeito ao desenvolvimento de cada criança”, destaca. A escola também avalia novos caminhos de crescimento para os próximos anos, sempre a partir da escuta das famílias e da preservação da essência pedagógica que sustenta o projeto. Para Ariane, qualquer movimento de expansão precisa respeitar a identidade construída desde

Do currículo ao contrato internacional: como exames de proficiência abrem portas no mercado estrangeiro

Com a ascensão do trabalho remoto para startups e multinacionais estrangeiras, o domínio do inglês transformou-se de um diferencial no currículo em um pré-requisito obrigatório. Diante de um mercado sem fronteiras geográficas, apenas afirmar que tem conhecimento no idioma já não é suficiente para garantir as melhores oportunidades. Essa transformação no mercado já reflete diretamente nas salas de aula. A diretora da Casa Thomas Jefferson em Uberlândia, Vanessa Firmino, revela que a procura por exames de proficiência na unidade registrou um crescimento expressivo. Para ela, a busca de empresas estrangeiras por talentos brasileiros já é uma realidade consolidada. “As barreiras geográficas foram rompidas, e é importante que os candidatos tenham segurança e autonomia ao se comunicar. Ter um teste de proficiência do idioma é o reconhecimento dessas habilidades”, destaca. Na Casa Thomas Jefferson, o Departamento de Testes Internacionais (DTI) administra exames de proficiência na língua inglesa, bem como certificações profissionais de organizações internacionalmente reconhecidas. Para isso, conta com uma equipe de profissionais treinados para a realização de diferentes exames. Entre os principais testes aplicados está o Cambridge Assessment English, criado na Universidade de Cambridge, na Inglaterra. “É um exame aceito internacionalmente por milhares de instituições educacionais, governamentais e profissionais como comprovação de conhecimento e habilidades na língua inglesa”, explica Vanessa Firmino. Na Thomas Jefferson, são aplicados todos os níveis do Cambridge Assessment English. Os aprovados no exame A2 Key, por exemplo, têm uma prova documental, de validade vitalícia, de que são capazes de se comunicar em inglês em situações simples do dia a dia. Já quem obtém aprovação no C2 Proficiency garante a comprovação de que domina o inglês no mais alto nível de proficiência. Outros exames A Casa Thomas Jefferson administra também o TOEFL, aceito como evidência de proficiência na língua inglesa na maioria das universidades em todo o mundo e por praticamente todas nos Estados Unidos. Avalia as habilidades em listening, reading, speaking e writing para a realização de tarefas acadêmicas. Já o IELTS (International English Language Testing System) destina-se àqueles que desejam trabalhar no exterior ou imigrar. A certificação é aceita no Reino Unido, na Europa, nos Estados Unidos, no Canadá, na Nova Zelândia e na Austrália.

Casa Thomas Jefferson promove semana focada em exames de proficiência em inglês

Durante a Cambridge Week na Casa Thomas Jefferson serão realizados testes para aprendizes de todos os níveis de inglês De 18 a 23 de maio, todas as unidades da Casa Thomas Jefferson se unem para levar aos alunos e responsáveis mais conhecimento sobre a importância de se realizar uma certificação de proficiência na língua inglesa. Durante os cinco dias do Cambridge Week, são realizadas atividades para mostrar como funciona cada exame Cambridge e tirar dúvidas. Os Exames de Cambridge avaliam como a pessoa usa o inglês na vida real, seguindo o padrão internacional do CEFR. Isso significa que o certificado é reconhecido por universidades, empresas e governos em mais de 130 países — e tem validade vitalícia. A lista com detalhes de cada certificação está disponível no site. As certificações de proficiência na língua inglesa são uma importante ferramenta para acompanhamento do desenvolvimento no aprendizado da língua inglesa desde as fases iniciais. “Com os exames de Cambridge, mesmo os alunos mais jovens podem ser beneficiados, pois oferecemos um exame para cada passo do aprendizado. Assim como nas artes marciais possuímos faixas de graduação e progressão, os exames de Cambridge representam estes marcos na jornada de um aprendiz do idioma, facilitando-lhe compreender aquilo que já conquistou e o que é necessário para alcançar novos patamares – e enquanto isso, suas habilidades podem ser comprovadas para diversas finalidades sejam elas acadêmicas, profissionais e, por vezes, até governamentais”, explica Mateus Mota, coordenador de testes internacionais da Casa Thomas Jefferson. Durante a Cambridge Week, estudantes de todos os níveis serão desafiados com atividades relacionadas aos testes, começando pelos mais novos, que farão atividades lúdicas, com dinâmicas realizadas pelo professor e a presença do Max, o mascote de Cambridge. Os demais vão participar de atividades dentro de sala de aula, exposições e debates, além de dinâmicas. Já para os grupos de cursos preparatórios, serão feitos os Mock Tests, os simulados oficiais de Cambridge, o que será uma oportunidade de testar o preparo, conhecimentos e habilidades. “Além das atividades realizadas com os alunos, teremos alguns momentos de esclarecimento e informação aos pais, por meio de reuniões com designers de cursos, gerente local de exames de Cambridge e o coordenador de exames internacionais, para lhes apresentar o exame mais indicado para cada grupo e a importância das certificações”, finaliza Mota. Teste de certificação Além dos alunos da instituição, pessoas de fora também podem fazer a certificação. A porta de entrada é o Mock Test, para o qual é preciso se inscrever pelo formulário disponível no link. Por meio desse teste, dá para saber qual é o teste de Cambridge que mais se adequa a você, simulando uma experiência completa de um teste oficial, com mesma estrutura, dinâmica e tempo. Depois de fazer o Mock Test no site, um representante vai entrar em contato para dar mais orientações.